Ferimentos Externos
Conceituação
São lesões que acometem as estruturas superficiais ou profundas do organismo
com grau de sangramento, laceração e contaminação variável.
Sinais e Sintomas
• Dor e edema local;
• Sangramento;
• Laceração em graus variáveis;
• Contaminação se não adequadamente tratado.
Primeiros Socorros
• Priorizar o controle do sangramento;
• Lavar o ferimento com água;
• Proteger o ferimento com pano limpo, fixando-
o sem apertar;
• Não remover objetos empalados;
• Não colocar qualquer substância estranha
sobre a lesão;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
As informações prestadas neste blog são de cunho informativo para aqueles que precisam de algum conhecimento imediato. Não substituem de forma alguma um curso completo de primeiros socorros. (o autor não se responsabiliza pelo uso inadequado de tais informações)
sábado, 5 de junho de 2010
Primeiros socorros - Casos clínicos
Insolação
Conceituação
Ocorre devido à ação direta dos raios solares sobre o indivíduo.
Sinais e Sintomas
• Temperatura do corpo elevada;
• Pele quente, avermelhada e seca;
• Diferentes níveis de consciência;
• Falta de ar;
• Desidratação;
• Dor de cabeça, náuseas e tontura.
Primeiros Socorros
• Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
• Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, envolvendo-a com
toalhas umedecidas;
• Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma freqüente;
• Mantê-la deitada;
• Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
• Providenciar transporte adequado;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Intermação
Conceituação
Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições,
padarias, caldeiras etc.) intenso trabalho muscular.
Sinais e Sintomas
• Temperatura do corpo elevada;
• Pele quente, avermelhada e seca;
• Diferentes níveis de consciência;
• Falta de ar;
• Desidratação;
• Dor de cabeça, náuseas e tontura;
• Insuficiência respiratória.
Primeiros Socorros
• Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
• Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, aplicando compressas
de pano umedecido com água;
• Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado;
• Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Desmaio
Conceituação
É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente
devido à diminuição de oxigênio no cérebro, tendo como causas: hipoglicemia,
fator emocional, dor extrema, ambiente confinado etc.
Sinais e Sintomas
• Tontura;
• Sensação de mal estar;
• Pulso rápido e fraco;
• Respiração presente de ritmos variados;
• Tremor nas sobrancelhas;
• Pele fria, pálida e úmida;
• Inconsciência superficial;
Primeiros Socorros
• Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos;
• Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo;
• Afrouxar as roupas;
• Encaminhar para atendimento médico.
Convulsão
Conceituação
Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e
involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”. Causas variadas: epilepsia,
febre alta, traumatismo craniano, etc.
Sinais e Sintomas
• Inconsciência;
• Queda abrupta da vitima;
• Salivação abundante e vômito;
• Contração brusca e involuntária dos músculos;
• Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes;
• Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas);
• Esquecimento.
Primeiros Socorros
• Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro;
• Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários
não causem lesões;
• Afastar objetos existentes ao redor da vitima;
• Lateralizar a cabeça em caso de vômitos;
• Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente;
• Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envolvendo-
o com pano embebido por água;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Conceituação
Ocorre devido à ação direta dos raios solares sobre o indivíduo.
Sinais e Sintomas
• Temperatura do corpo elevada;
• Pele quente, avermelhada e seca;
• Diferentes níveis de consciência;
• Falta de ar;
• Desidratação;
• Dor de cabeça, náuseas e tontura.
Primeiros Socorros
• Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
• Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, envolvendo-a com
toalhas umedecidas;
• Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma freqüente;
• Mantê-la deitada;
• Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
• Providenciar transporte adequado;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Intermação
Conceituação
Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições,
padarias, caldeiras etc.) intenso trabalho muscular.
Sinais e Sintomas
• Temperatura do corpo elevada;
• Pele quente, avermelhada e seca;
• Diferentes níveis de consciência;
• Falta de ar;
• Desidratação;
• Dor de cabeça, náuseas e tontura;
• Insuficiência respiratória.
Primeiros Socorros
• Remover a vítima para lugar fresco e arejado;
• Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo, aplicando compressas
de pano umedecido com água;
• Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado;
• Avaliar nível de consciência, pulso e respiração;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Desmaio
Conceituação
É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente
devido à diminuição de oxigênio no cérebro, tendo como causas: hipoglicemia,
fator emocional, dor extrema, ambiente confinado etc.
Sinais e Sintomas
• Tontura;
• Sensação de mal estar;
• Pulso rápido e fraco;
• Respiração presente de ritmos variados;
• Tremor nas sobrancelhas;
• Pele fria, pálida e úmida;
• Inconsciência superficial;
Primeiros Socorros
• Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos;
• Deitar a vítima se possível com a cabeça mais baixa que o corpo;
• Afrouxar as roupas;
• Encaminhar para atendimento médico.
Convulsão
Conceituação
Perda súbita da consciência acompanhada de contrações musculares bruscas e
involuntárias, conhecida popularmente como “ataque”. Causas variadas: epilepsia,
febre alta, traumatismo craniano, etc.
Sinais e Sintomas
• Inconsciência;
• Queda abrupta da vitima;
• Salivação abundante e vômito;
• Contração brusca e involuntária dos músculos;
• Enrijecimento da mandíbula, travando os dentes;
• Relaxamento dos esfíncteres (urina e/ou fezes soltas);
• Esquecimento.
Primeiros Socorros
• Colocar a vítima em local arejado, calmo e seguro;
• Proteger a cabeça e o corpo de modo que os movimentos involuntários
não causem lesões;
• Afastar objetos existentes ao redor da vitima;
• Lateralizar a cabeça em caso de vômitos;
• Afrouxar as roupas e deixar a vítima debater-se livremente;
• Nas convulsões por febre alta diminuir a temperatura do corpo, envolvendo-
o com pano embebido por água;
• Encaminhar para atendimento hospitalar.
Primeiros socorros - Análise primária e secundária
Situações de emergência podem ocorrer a qualquer pessoa. Nesses momentos, quem presta ajuda precisa:
* Manter a calma
* Agir com prontidão (chame 193)
* Saber o que está fazendo
ANÁLISE PRIMÁRIA
A análise primária é uma avaliação realizada sempre que a vítima está inconsciente
e é necessária para se detectar as condições que colocam em risco iminente
a vida da vítima. Ela se desenvolve obedecendo às seguintes etapas:
• determinar inconsciência;
• abrir vias aéreas;
• checar respiração;
• checar circulação; e
• checar grandes hemorragias.
COLAR CERVICAL
Tipos
O colar cervical é encontrado nos tamanhos pequeno, médio e grande e na
forma regulável a qual se ajusta a todo comprimento de pescoço.
Escolha do tamanho
Com o pescoço da vítima em posição anatômica, medir com os dedos da mão,
a distância entre a base do pescoço (músculo trapézio) até a base da mandíbula.
Em seguida comparar a medida obtida com a parte de plástico existente na lateral
do colar, escolhendo assim o tamanho que se adapta ao pescoço da vítima.
Colocação do colar cervical (2 socorristas)
Socorrista 1
• Retirar qualquer vestimenta e adorno em torno do pescoço da vítima;
• Examinar o pescoço da vítima antes de colocar o colar;
• Fazer o alinhamento lentamente da cabeça e manter firme com uma leve
tração para cima;
Socorrista 2
• Escolher o colar cervical apropriado;
• Passar a parte posterior do colar por trás do pescoço da vítima;
• Colocar a parte anterior do colar cervical, encaixando no queixo da vítima
de forma que esteja apoiado firmemente;
• Ajustar o colar e prender o velcro, mantendo uma discreta folga (um dedo)
entre o colar e o pescoço da vítima;
• Manter a imobilização lateral da cabeça até que a mesma seja imobilizada
(apoio lateral, preso pelas correias da maca).
ANÁLISE SECUNDÁRIA
O principal propósito da análise secundária é descobrir lesões ou problemas diversos
que possam ameaçar a sobrevivência da vítima, se não forem tratados
convenientemente. É um processo sistemático de obter informações e ajudar a
tranqüilizar a vítima, seus familiares e testemunhas que tenham interesse pelo
seu estado, e esclarecer que providências estão sendo tomadas.
Os elementos que constituem a análise secundária são:
Entrevista Objetiva - conseguir informações através da observação do local e do
mecanismo da lesão, questionando a vítima, seus parentes e as testemunhas.
• Exame da cabeça aos pés - realizar uma avaliação pormenorizada da vítima,
utilizando os sentidos do tato, da visão, da audição e do olfato.
• Sintomas - são as impressões transmitidas pela vítima, tais como: tontura,
náusea, dores, etc.
• Sinais vitais - pulso e respiração.
• Outros sinais - Cor e temperatura da pele, diâmetro das pupilas, etc.
* Manter a calma
* Agir com prontidão (chame 193)
* Saber o que está fazendo
ANÁLISE PRIMÁRIA
A análise primária é uma avaliação realizada sempre que a vítima está inconsciente
e é necessária para se detectar as condições que colocam em risco iminente
a vida da vítima. Ela se desenvolve obedecendo às seguintes etapas:
• determinar inconsciência;
• abrir vias aéreas;
• checar respiração;
• checar circulação; e
• checar grandes hemorragias.
COLAR CERVICAL
Tipos
O colar cervical é encontrado nos tamanhos pequeno, médio e grande e na
forma regulável a qual se ajusta a todo comprimento de pescoço.
Escolha do tamanho
Com o pescoço da vítima em posição anatômica, medir com os dedos da mão,
a distância entre a base do pescoço (músculo trapézio) até a base da mandíbula.
Em seguida comparar a medida obtida com a parte de plástico existente na lateral
do colar, escolhendo assim o tamanho que se adapta ao pescoço da vítima.
Colocação do colar cervical (2 socorristas)
Socorrista 1
• Retirar qualquer vestimenta e adorno em torno do pescoço da vítima;
• Examinar o pescoço da vítima antes de colocar o colar;
• Fazer o alinhamento lentamente da cabeça e manter firme com uma leve
tração para cima;
Socorrista 2
• Escolher o colar cervical apropriado;
• Passar a parte posterior do colar por trás do pescoço da vítima;
• Colocar a parte anterior do colar cervical, encaixando no queixo da vítima
de forma que esteja apoiado firmemente;
• Ajustar o colar e prender o velcro, mantendo uma discreta folga (um dedo)
entre o colar e o pescoço da vítima;
• Manter a imobilização lateral da cabeça até que a mesma seja imobilizada
(apoio lateral, preso pelas correias da maca).
ANÁLISE SECUNDÁRIA
O principal propósito da análise secundária é descobrir lesões ou problemas diversos
que possam ameaçar a sobrevivência da vítima, se não forem tratados
convenientemente. É um processo sistemático de obter informações e ajudar a
tranqüilizar a vítima, seus familiares e testemunhas que tenham interesse pelo
seu estado, e esclarecer que providências estão sendo tomadas.
Os elementos que constituem a análise secundária são:
Entrevista Objetiva - conseguir informações através da observação do local e do
mecanismo da lesão, questionando a vítima, seus parentes e as testemunhas.
• Exame da cabeça aos pés - realizar uma avaliação pormenorizada da vítima,
utilizando os sentidos do tato, da visão, da audição e do olfato.
• Sintomas - são as impressões transmitidas pela vítima, tais como: tontura,
náusea, dores, etc.
• Sinais vitais - pulso e respiração.
• Outros sinais - Cor e temperatura da pele, diâmetro das pupilas, etc.
Primeiros socorros - Definição e Análise de cena
Primeiros Socorros é o tratamento imediato e provisório ministrado a uma vítima de trauma ou doença.
Geralmente se presta no próprio local e dura até colocar o paciente sob cuidados médicos.
É da maior importância que o socorrista conheça e saiba colocar em prática o suporte básico da vida. Saber fazer o certo na hora certa pode significar a diferença entre a vida e a morte para um acidentado. Além disso, os conhecimentos na área podem minimizar os resultados decorrentes de uma lesão, reduzir o sofrimento da vítima e colocá-la nas melhores condições para receber o tratamento definitivo.
O domínio das técnicas do suporte básico da vida permitirá que o socorrista identifique o que há de errado com a vítima; levante ou movimente-a, quando isso for necessário, sem causar lesões secundárias; e, finalmente, transporte-a e transmita informações sobre seu estado ao médico que se responsabilizará pela sequência de seu tratamento.
AVALIAÇÃO INICIAL
Antes de qualquer outra atividade no atendimento às vítimas, deve-se obedecer a uma sequência padronizada de procedimentos que permitirá determinar qual o principal problema associado com a lesão ou doença e quais serão as medidas a serem tomadas para corrigi-lo.
Essa sequência padronizada de procedimentos é conhecida como exame do paciente. Durante o exame, a vítima deve ser atenta e sumariamente examinada para que, com base nas lesões sofridas e nos seus sinais vitais, as prioridades do atendimento sejam estabelecidas. O exame do paciente leva em conta aspectos subjetivos, tais como:
* O local da ocorrência. É seguro? Será necessário movimentar a vítima? Há mais de uma vítima? Pode-se dar conta de todas as vítimas?
* A vítima. Está consciente? Tenta falar alguma coisa ou aponta para qualquer parte do corpo dela?
* As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma informação? O socorrista deve ouvir o que dizem a respeito dos momentos que antecederam o acidente.
* Mecanismos da lesão. Há algum objeto caído próximo da vítima, como escada, moto, bicicleta, andaime, etc.? A vítima pode ter sido ferida pelo volante do veiculo?
* Deformidades e lesões. A vítima está caída em posição estranha? Ela está queimada? Há sinais de esmagamento de algum membro?
* Sinais. Há sangue nas vestes ou ao redor da vítima? Ela vomitou? Ela está tendo convulsões?
Geralmente se presta no próprio local e dura até colocar o paciente sob cuidados médicos.
É da maior importância que o socorrista conheça e saiba colocar em prática o suporte básico da vida. Saber fazer o certo na hora certa pode significar a diferença entre a vida e a morte para um acidentado. Além disso, os conhecimentos na área podem minimizar os resultados decorrentes de uma lesão, reduzir o sofrimento da vítima e colocá-la nas melhores condições para receber o tratamento definitivo.
O domínio das técnicas do suporte básico da vida permitirá que o socorrista identifique o que há de errado com a vítima; levante ou movimente-a, quando isso for necessário, sem causar lesões secundárias; e, finalmente, transporte-a e transmita informações sobre seu estado ao médico que se responsabilizará pela sequência de seu tratamento.
AVALIAÇÃO INICIAL
Antes de qualquer outra atividade no atendimento às vítimas, deve-se obedecer a uma sequência padronizada de procedimentos que permitirá determinar qual o principal problema associado com a lesão ou doença e quais serão as medidas a serem tomadas para corrigi-lo.
Essa sequência padronizada de procedimentos é conhecida como exame do paciente. Durante o exame, a vítima deve ser atenta e sumariamente examinada para que, com base nas lesões sofridas e nos seus sinais vitais, as prioridades do atendimento sejam estabelecidas. O exame do paciente leva em conta aspectos subjetivos, tais como:
* O local da ocorrência. É seguro? Será necessário movimentar a vítima? Há mais de uma vítima? Pode-se dar conta de todas as vítimas?
* A vítima. Está consciente? Tenta falar alguma coisa ou aponta para qualquer parte do corpo dela?
* As testemunhas. Elas estão tentando dar alguma informação? O socorrista deve ouvir o que dizem a respeito dos momentos que antecederam o acidente.
* Mecanismos da lesão. Há algum objeto caído próximo da vítima, como escada, moto, bicicleta, andaime, etc.? A vítima pode ter sido ferida pelo volante do veiculo?
* Deformidades e lesões. A vítima está caída em posição estranha? Ela está queimada? Há sinais de esmagamento de algum membro?
* Sinais. Há sangue nas vestes ou ao redor da vítima? Ela vomitou? Ela está tendo convulsões?
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